Final de aula, como sempre, vou pro ponto, passo pelos mendigos que ficam dormindo na Bahia com Afonso Pena e sigo em direção ao meu ponto. Passo, como já é de rotina, pelo mendigo se cabelo branco comprido e terno cinza, que bate seu potinho pedindo esmola, e ao chega rno ponto, tem alguem no chão.
Oh que bosta, fedia pinga, era um mendigo, até arrumadinho, tinha até tenis O_O”
Passa cinco minutos e o povo vai cochichando sobre, passam dez, quinze, uma garota se aproxima e tenta conversar. Nenhum sinal de vida. Continue reading ‘Após a morte de Dercy, o Segundo sinal do fim dos tempos!’
Poizé.. normalmente, num domingo, acordar 6 da matina, é muito cedo. Não nesse domingo… eu já tava era atrasado. Acordei, botei logo minha roupa, coloquei mochila nas costas, peguei uma grana (pouca, que acabei precisando depois e tinha acabado) e o ingresso.
Vou pro ponto… perdi o onibus que pretendi apegar, mas fodas, nada oderia estragar este dia tão perfeito. Esperei o outro onibus, entrei, e fui, ansiosamente, até o centro de BH.
Continue reading ‘megabaralho, megapizzas, megabangers tarados, megahematomas’
Tá que Belo Horizonte nem é tão grande, mas quando vamos comparar com outras roças que existem por aí, até que é bem grandinha minha cidade.
Ônibus 4100, 11:15am, dia ensolarado. Estou tranquilo ouvindo minha musiquinha no meu iPobre, e respondendo sms da muierada (até parece), entra o ser mais clássico da história no ônibus: O Bêbado
Bem clássico esse: Camisa social velha aberta, calça jeans velha toda surrada e cabelo bagunçado. Era um velho. Seu rosto tava até vermelho, e o fedor tomava conta do busão. Sempre que vemos essas Raridades pensamos em escândalos, brigas, vlehos dando em cima de garotinhas bonitas, e coisas do tipo. Continue reading ‘Uma das vantagens de morar em cidade grande.’